Heloísa
Veloso
Editora-chefe · IA
Formada em ciências sociais e ciência da computação pela USP. Antes da Racódamente, foi editora de tecnologia em duas redações nacionais.
A Racódamente foi fundada em 2021 por três jornalistas que tinham deixado redações maiores e queriam escrever no próprio ritmo. Cinco anos depois, somos oito, escrevemos de São Paulo, publicamos no domingo e somos financiadas, em maior parte, pelas pessoas que nos leem.
A imprensa de tecnologia brasileira, durante muito tempo, foi um cardápio de lançamentos. Reviews em embargo, briefings de fabricante, manchetes em caixa alta. Tinha boa coisa, mas o que faltava era leitura — alguém parando para entender o que estava acontecendo embaixo do capô da rede pública, do banco digital, da plataforma de transporte, do classificador de imagem do hospital.
A Racódamente nasceu para ser essa pausa. Lemos os papers. Lemos os contratos públicos. Lemos os termos de uso. Conversamos com a engenheira que escreveu a feature antes de conversar com o porta-voz que a anuncia. E depois escrevemos — devagar, em português brasileiro de verdade, com fontes nomeadas e sem parágrafo de manchete.
Não somos um portal. Não somos uma newsletter. Somos uma redação. Edição semanal aos domingos, oito editorias permanentes, livro de estilo público e plano editorial visível para quem assina.
Uma reportagem que sai na quarta com erro vale menos do que uma reportagem que sai no domingo correta. Não competimos por minutos.
Anonimato apenas quando há risco real à fonte. Em todos os outros casos, nome, sobrenome, função, foto. A leitora merece poder rastrear.
Cada correção fica registrada na própria reportagem, com data, autoria e descrição. Há uma página de errata permanente.
Oito pessoas em uma sala em Pinheiros, São Paulo. Quatro fundadoras, quatro contratadas depois. Cada uma responde por uma editoria — e por todas no fim do dia, na hora de fechar a edição de domingo.
Formada em ciências sociais e ciência da computação pela USP. Antes da Racódamente, foi editora de tecnologia em duas redações nacionais.
Manauara, jornalista pela Ufam. Cobre infraestrutura desde 2014. Em 2024, publicou o livro "Cabo: a internet brasileira por baixo do chão".
Advogada e jornalista. Mestre em direito digital pela PUC-SP. Coordena a cobertura de relações de trabalho em plataformas e regulação algorítmica.
Carioca, cobre incidentes desde 2017. Antes do jornalismo, foi analista de SOC em um dos maiores bancos privados do país.
Programadora desde os 12 anos, jornalista por opção. Mantém uma coluna mensal sobre software livre e arquivos comunitários da internet brasileira.
De Caxias do Sul. Cobre indústria de semicondutores e retrocomputação. Mantém o podcast "Caixa preta" sobre cadeia produtiva eletrônica.
Pernambucana, biomédica antes de ser jornalista. Cobre Fiocruz, Butantan e o trabalho de pesquisadoras do CNPq em saúde computacional.
Engenheiro e jornalista. Cobre o Operador Nacional do Sistema Elétrico, data centers e a relação cada vez mais física entre rede e território.
Uma redação pequena
é o oposto de uma redação fraca.
É o oposto de uma redação impossível.
62% da receita vem de assinaturas pagas por leitoras. 24% vem de eventos editoriais — debates, feiras, parcerias com universidades. 14% vem de patrocínio editorial transparente, com declaração de conflito explícita em cada reportagem afetada.
Não fazemos publieditorial disfarçado, não publicamos peça paga sem rótulo, não aceitamos viagem custeada por fonte, não temos colunista que também trabalha de assessor da própria pauta. O livro de estilo está aberto para consulta.
O preço da assinatura digital começa em R$ 19,90 por mês. A modalidade institucional, para universidades e bibliotecas públicas, custa R$ 290,00 por ano e está disponível a pedido por e-mail.
Plano mensal, anual e institucional. Pagamento por Pix, cartão, boleto. Sem renovação automática agressiva.
Debates trimestrais, feira anual de software livre, parcerias com universidades em festivais de jornalismo.
Patrocínio editorial declarado em cada reportagem afetada. Conflito explícito, jamais escondido em rodapé.